segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Estrada

No final da linha o que terá valido a pena? Tantas escolhas, tantas preferências, exigências e tantos preconceitos... o que te terão proporcionado?  Foi o que te fez feliz, te satistez por toda essa estrada?
Me indago: - Será que não somos muito severos com nós mesmos, ao impormos preferências e escolhas por toda a vida, sem pensar no final da lida?
Falo de amor, de profissão e de tudo de um todo. Somos nós tão supérfluos e tolos ao não percebermos que a felicidade não depende de coisas superficiais?
No final da linha só precisarás de algumas coisas:
- Boas e bem vívidas lembranças do percurso, precisarás ter vivido tudo que era pra viver, sem medos e sem limitações sufocantes.
- Vanessa Soares

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Viva Caraminholas!


Eu e o meu silêncio já não temos tanta intimidade;
agora sou barulho e caraminholas
Barulho barulhento - embaralhado - bagunçado - inflamável!
Arr! meu meu mundo... Me grita, ladrão de cérebro.
Me desimportando a tudo isso, quero falar sobre amor.

Ás vezes pode ser o dicionário sentimental que explica tudo que ninguém sabe perguntar.
A faixa de Gaza que separa o lado razoável e o lado emocionante da vida.
A frase mais brega no para-choque do caminhão.
É o muro de Berlim entre a vontade e o costume.
É um negócio meio coisado, palavra-cruzada sem dicas, um beco sem saída com todas as melhores saídas e algumas encruzilhadas para testar o fôlego.
É um violão encostado e quase ninguém tem coragem de tirar a poeira.
É curtir os trocadilhos mentais de auto sabotagem.
É você se embolar com palavras, e não conseguir explicar o que esta sentindo.
Primeiro o nome, depois o aviso: Cuidado. Não se envolva!

O amor é o caminho do nunca mais até a próxima vez.

- Por: Lívia Soares / Crisneive Silveira.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Revivo















Inverno, não vai, eu imploro!
É você que me proporciona a chuva. É a chuva que me submete à sensações de nostalgia, à alegria.
Ela sujeita-me à tristeza e os pensamentos mais profundos. E até Presenteia-me com cheiros e sabores de terra umedecida que tanto me enaltecem, me acalmam... sinto-me viva.
- Vanessa Soares