Eu amo viver, eu amo a liberdade.
Sinceramente falando, eu amo mesmo quando me sinto de ambas as formas...
Quando eu olho para o céu e consigo ver as estrelas...
Quando aprecio os sorrisos, decifro os olhares, entendo os gestos...
tudo isso guardo comigo, nunca me enjoo, deleito-me sempre...
E quando sinto tudo isso, me vem nitidamente os pássaros à mente.
Mas quando penso neles fico triste, o amor é a prisão que os liberta...
Me diga por favor, Por que tanto desamor? Não te dói aprisionar o amor?
O seu canto é tão lindamente belo... tem som de vida,
sinto inquieta vontade de abraçá-los todos, um a um...
Dessa liberdade que também falo, dessa que não tenho, que é para mim irrealizável.
De inércia totalmente implacável, mas não insonhável...
Ah, como é bom, poder amar, como é maravilhoso poder libertar!
-Lívia Soares
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